13.8.15

[final do prólogo do autor/dedicatória]

O que foi, torna a ser. O que é, perde existência.
O palpável é nada. O nada assume essência.

[Fausto, traduzido por António Feliciano de Castilho]


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O que possuo dilui‑se na distância,
E o que fugira ganha forma e substância.

[Fausto, traduzido por João Barrento]