26.9.15

não, não é à toa. evito, sempre que posso e como posso, o mundo que dizem real. tão farta de gente que mata, mais farta de gente que deixa morrer. agora, que já descalcei os sapatos - recordo ainda, sem gosto, os olhares gulosos que não esperava -, refugio-me no apartamento d'O Condómino, de António Gregório. já passámos seis capítulos juntos, espreitando pelo olho-mágico. parece-me que temos força para continuar.