27.9.15

vi-a nascer. os gatos ronronando-me as pernas, eu implorando que aquele fedor não me desse a volta ao estômago, as luvas cor de rosa apertando-me demasiado as mãos, as calças molhadas até ao joelhos, e ela, bela, redonda, rosada, surgindo entre a neblina e o cheiro das lareiras, lá, na colina dos pinheiros mansos. no vai e vem de despejar o balde, a lua cheia nasceu-me no horizonte.