2.10.15

as palavras escondem-se em alguma região cerebral montanhosa, à qual não consigo ter acesso. não sei entender esta incomunicabilidade, esta falta de articulação sobre os fluxos sensoriais que me ocupam sem oposição. Harouche fala do problema das sociedades liquidas e eu atrevo-me a dizer que devo ser habitada por uma colónia infindável dessa espécie. a incerteza radical e a insegurança psíquica profunda confirmam-se.