19.4.16

estou em meditação profunda, dentro de um postal ilustrado, que um pequeno japonês de campo de ourique me ofereceu. Milu, a aranha, mantém-se imóvel, acompanhando-me na inacção. talvez lhe agrade o japão, onde a crendice popular lhe salva a pele. lá, tal como cá, a aranha atrai dinheiro e matá-las não é boa ideia. não discordo, a Milu sempre foi a minha jóia sagrada.