30.6.16

não voltarei a duvidar do poder dos anti-histamínicos, é a promessa que aqui venho grafar. sonolência e fadiga são eufemismos usados na literatura do demónio atarax!
por onde começo, amigo leitor? pela descrição da cabeça na secretária, babando o teclado, nem trinta segundos passados da publicação do último post, em que ousava duvidar do poder efectivo do medicamento; pela pizza que comi a dormir, vinda numa mota voadora /25.50€ - 'da-se!/ repleta de pequenos camarõezinhos que detesto e devorei; ou pela velhinha de noventa e três anos, confirmados pela própria, a quem dei um pontapé no secador de pé, /aquela cápsula espacial onde enfiam as mulheres durante horas, para as próprias poderem ler as revistas descansadas/, e entortei a cabeça por alguns minutos, porque, por mais que as senhoras do salão tentassem, não havia meio da velhinha retomar à posição perfeita?
/que se saiba que lhe dei o pontapé, em resultado da tentativa desesperada de não pisar os joanetes a uma outra velhinha, que estava esticada no lavatório/

creio que vou guardar o resto do blister para as próximas férias. será uma hibernação e pêras. por agora, venham litros de fenistil, esse cheiroso lubrificante dos púdicos e dos campistas.