6.7.16

enquanto espero que a banheira encha, vou contar-lhe a última do Damas. 

apresentou-me ontem a actual namorada, uma jovem francesa, loura, magra, de mamas balouçantes. encontro-lhe uma acentuada desproporção entre os ombros estreitos e aqueles melões maduros, tão prontos à prova, mas atribuí o pensamento à inveja amarela de quem tem o peito triste e pequeno. Damas exibe as mamas da namorada numa lúxuria que invejo. mais tarde, quando a jeune fille foi ao toilette, contou-me do gozo de a montar pelas tetas bastas, faltando-lhe mão para as apertar inteiras, o sexo comprimido no rêgo molhado, batendo-lhe no queixo a cada estocada. pormenoriza a primeira ejaculação, com se da revolução francesa se tratasse, não haverá momento igual. o clarinete em riste, gorgulhando linhas brancas de vitória, enquanto Amélie, de boca escancarada, se engasgava nos Ouis!
fodi a francesa à esponhola, Alicinha! e ri-se, o Damas fodilhón. diz lá se não sou um cidadão do mundo!