12.8.16

diria da personagem, minúsculo insecto desprezível, estranha invenção acontecida, de que se trata de um insolente que merece morrer pelas minhas próprias mãos, numa palmada que me acalme a mordedura. o coirão, fêmea certa por natureza, insignificante ponto preto voador, teve o desplante e a ousadia de me afincar a proboscis gulosa, enquanto eu me arrastava nas leituras quotidianas. não uma, nem duas, mas três vezes me ferrou, deleitando-se à refeição. 
Milu, minha graciosa Milu, onde estás tu?

11 comentários:

  1. Quem não tem (ou dela desconhece o paradeiro) Milu, caça com Mafu"

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  2. numa noite matei duas, de tão gordas que estavam de sangue, já nem voavam... essas putéfias, maldita criação da natureza...

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    1. imagino o deleite de tal carnificina... soberbo caçador, V. Ex.ª!

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    2. com oito braços, nem seria de esperar outra coisa... :)

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    3. ahahahahahahahaha! (não haverá uma lei militar contra isso?)

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    4. haviam de taxar o barulho e os mosquitos, isso sim... será pedir muito?

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    5. e quem pagaria pelos mosquitos?

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  3. Acho que o meu organismo até já está viciado naqueles inseticidas que se ligam à corrente. Entro em delírio se passar uma noite sem essa coisa ligada.

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    1. ...? como assim? borrifadelas de Mafu de 30 em 30 minutos?

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