8.8.16

hei-de matar a Vendredi, dar-lhe o eterno descanso que a pobre, há muito, merece. há-de ser uma morte meticulosa, de punhal sabiamente empunhado, que nem um ai soltará, ante o suspiro final.

mas por agora, é deixá-la assumir o que lhe foi imposto e pedir a todos os deuses que se aguente de pé nos próximos tempos.

carece de mim, a pequena, e não será agora que lhe hei-de faltar.