18.8.16

se as palavras brotassem da simples vontade, acredite, estimado leitor, que este blog seria um não parar de publicar mancha cinzenta. mas elas, pelo menos as mais difíceis, estão num teimosia adolescente, um não parir que me deixa cansada. peço-lhes que se diluam nas banalidades quotidianas que todos os dias nascem por esta blogosfera fora, que me aliviem a cabeça, e elas lá, amargas, batendo o pé, que em agosto não hão-de mostrar a cor, de tão feias que são.
 
 
/culpa minha, refila o anjinho cego, no meu ombro esquerdo, que prometi que em agosto não havia palavras cinzentas.../