24.9.16

o corpo inteiro cobre a alvura do meu. sinto-lhe o sexo, ainda duro, molhar-me a barriga latejante.
-- eu não existo, alicinha, - diz-me ao ouvido, enquanto me morde o lóbulo, vermelho, da excitação.
a custo, o corpo ainda no galope de um espasmo profundo, consigo sussurrar-lhe baixinho: -- eu também não.