29.10.16

é sábado, sente-se sozinha, ouço-a dizer. de olhar caído no chão, continua a mendigar algum carinho, numa voz de queixume, enjoativa, repetindo-se em súplicas. a conversa pouco mais dura. mal desliga o telemóvel, dirige-se, apressada, à casa de banho. dá-me pena.
devia ser proibido implorar o amor.