2.10.16

sento-me na esplanada mais próxima, com vontade de um chá e um bolo seco qualquer. o homem com quem tinha combinado encontrar-me, e por quem alterei o meu (único) dia livre, respondeu-me que afinal estava fora de lisboa, seria melhor falarmos amanhã.
o encontro, coisa simples, estava marcado há quase uma semana, confirmado por telefone e correio electrónico, e sugerido pelo próprio. ainda assim, não maldigo a vida. o sol, ameno, beija-me a pele. o chá aquece-me a alma. quanto ao homem, ainda não sei o que fazer.