se as palavras tivessem facas e me cortassem os lábios, a língua, as mãos, ao tentar segurá-las na boca,
e se as facas, afiadas, ao dilacerar a carne, escondessem a dor dentro das palavras,
então eu escreveria
31.12.16
do homem, nem sinal. é novamente outro homem, num tractor maior, que lavra o terreno junto ao laranjal. as garças-boieiras, talvez outras também, continuam a picar a terra revolvida, indiferentes ao roncar da máquina.
(o homem apareceu! ainda ontem, no seu velho tractor, a caixa cheia de lenha. gostei tanto de o ver :)
estou a preparar um ataque feroz à tua fortificação, meu Temporal malvado! como ousas denegrir a minha imagem de pessoa de bom coração, repelente à futilidade da beleza exterior! --se esta não é a descrição do homem da minha vida, não sei qual será!!!!--
"peludo, janota corcundo! Escuro, caloso, anão de enxofre."
e se fosses até lá, picar o homem revolvido...
ResponderEliminar(o homem apareceu! ainda ontem, no seu velho tractor, a caixa cheia de lenha. gostei tanto de o ver :)
Eliminarestou a preparar um ataque feroz à tua fortificação, meu Temporal malvado! como ousas denegrir a minha imagem de pessoa de bom coração, repelente à futilidade da beleza exterior! --se esta não é a descrição do homem da minha vida, não sei qual será!!!!--
"peludo, janota corcundo! Escuro, caloso, anão de enxofre."
Na continuidade das coisas da vida nos mantemos.
ResponderEliminarBom Ano, flor!
minha querida luisa, a minha primeira risada do ano foi consigo, belo sentido de humor o seu :)
Eliminarrápidas melhoras, obrigada pelo seu blog e um bom ano :)