14.1.17

está cada vez mais difícil preencher esta página vazia
e não é por falta de tentativas

sugestões temáticas para curtas dissertações, choro zen de palavras, procura do equilibro linguístico-emocional são bem-vindas. 

27 comentários:

  1. Não precisas de nada disso. Os teus esforços, maiores ou menores, produzem sempre enormes resultados.

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    1. credo... isso lido com tom irónico até nos rins me dói :(

      ó Blue, um pouco de ternura, pá.

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    2. Mas... mas... irónico?
      Meu amor, minha mais querida, sabes quanto amo a tua escrita? E a ti?

      (Já está de bom tamanho? Também não me apetece passar por fufia.)

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    3. minha doçura de alcaçuz, a dor já foi infligida. é esperar que passe...

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  2. O que é o equilíbrio linguístico-emocional? :)) escreve mesmo sem o tal "equilíbrio" :))

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    1. moça! tu não me faças perguntas difíceis!

      isto é uma colagem aos discos pedidos. vocês sopram uma ideia e eu aproveito-a para divagar com o teclado (parecendo assim que sou muitíssimo imaginativa e interessante).

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  3. Drª Flor,
    Pode, por favor, do fundo desse seu falso hebetismo, dissertar-nos sobre o fracasso do esquecimento?

    Muito grato.

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    1. excelente tema, I. hoje a drª não está de serviço, mas tentarei eu mesma arengar umas coisas sobre o assunto em apreço, logo que termine de tratar dos animais, comer as minhas duas laranjas, tomar o meu café da semana em chávena de porcelana (escaldada), pôr uma máquina de roupa a lavar, ainda não decidi se a da roupa interior, toda tão velha e rasca, se a da roupa de fora, que vai pelo mesmo caminho, mudar a areia ao Dr. Gato, que nunca mais saiu da despensa, onde vive quentinho a comer, dormir e miar (sem problemas, que a despensa é maior do que o meu quarto da faculdade, e muita coisa engraça aconteceu por lá, embora - primeira referência ao tópico - já não me lembre de quase nada). não sou saudosista, confesso, mesmo quando os tempos foram bons. é como se não tivesse a habilidade de reviver ou sou simplesmente uma insensível do catano. por tanto, o fracasso no esquecimento não se me aplica grandemente (já nem falo no pagamento dos seguros, que deixo passar o prazo, ou a conta da água, etc, etc, etc). mas falarei de tudo isso, se não me esquecer, quando regressar dos afazeres domésticos, agrícolas e religiosos (... ok, confesso, exagero um pouco, acelerar em frente à igreja para ver o pessoal às caralhadas à porta da casa do senhor, talvez não se possa considerar serviço religioso, mas tem o seu quê de libertador), quando regressar, amigo I, dissertarei, com uma verdadeira académica, que se exibe à plateia, do alto do seu vasto conhecimento e referências bibliográficas, sobre isso, essa coisa do fracasso do esquecimento, essa faca aguçada, que roça o osso do externo, quando nos esquecemos de esquecer. talvez demore um pouco mais do que o esperado, porque há um tanque de água bem temperada onde deverei esfregar o tarro do corpo e mais um pouco de vida para deslembrar.

      grata pela sua participação.

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    2. (credo... portanto, separado... !!!???!!! a falta que faz uma boa instrução....)

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  4. Se calhar isto é apenas o reflexo extremo do desejo expresso no post anterior. Não se deve desejar nunca ficar sem palavras. Mas também não acredito muito que o problema esteja na falta delas. É provavelmente do frio que se faz sentir e que as deixa aninhadas, pequeninas, muito sossegadinhas junto ao fogo. Logo, logo começam a esticar-se. :)

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    1. minha querida luisa, a menina ficou foi com tudo, quando deus e os anjos distribuíam os atributos aos mortais. a menina fotografa com olhos santificados e escreve humano como eu gosto de ler.
      pois faça o favor de acordar as ociosas que se aninharam na sua lareira, pô-las no intercidades até santa Apolónia, que eu mesma as irei buscar. onde já se viu, as lordes a xonar ao lume, quando eu, - ai, mundo cruel! pobre de mim! - não tenho nenhuma aqui deste lado para me aquecer os pés!

      tenho dito.

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    1. "I’ll be back", obviamente, ana. então mas há dúvidas? eu estraboucho, acinzento, enegreço, desapareço, perco-me, arrefecem-me os pés, acabo por voltar. algumas palavras, piedosas (e minguadas), regressam comigo.

      May the Force be with you, minha querida ana.

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    2. boa noite,
      I'll be back
      queria por favor ler sobre almas desencontradas
      obrigada

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    3. :b

      toda a gente sabe que as almas são como as meias, difícil é encontrar o par.

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    1. não, não sofres!
      (pois não bastava a lista de autores e a vaca sagrada, ainda me roubas as maleitas também?! mas que diabo!!)

      [há pouco pensava, será que passou a minha vez? é bem provável. todos espaços têm um determinado tempo para cada pessoa. é como aqueles bares onde íamos quando tínhamos 18 anos, depois os outros, quando tínhamos 30, hoje já não nos fazem muito sentido. será o mesmo com esta blogosfera? ou será apenas uma reza mal feita da Palmier, que agora anda armada em curandeira e mãe de santo?]

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  7. quero ouvir as janeiras faxavor, tenho de dizer a frase?

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    1. quem?!

      amigo Mau-Tempo, para quando um aumento considerável da temperatura, tão considerável, que as moças poderiam despir as vinte mil camadas de algodão escuro e passariam quase desnudas à sua frente. sabe que eu acho que o frio, quando constante, pode alcançar-nos a alma, lá, naquele ponto negro onde somos apenas nós e que passamos a vida inteira à procura. o sol e o calor são a verdadeira felicidade. isso e os biquínis.

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    2. boa noite outra vez. desculpe interromper
      I'll be back
      também gostava de ler sobre a geada negra.
      obrigada

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    3. a geada negra é gelo com cinzas dos anjos, que ardem nas noites frias.

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  8. Este canto é tão bom!

    Beijocas, flor :)

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    1. Maria, moça, estás proibida de beber ao sábado à tarde! imagina se, em vez de teres vindo parar aqui - onde tudo se perdoa e esquece, tinhas entrado no site das finanças??

      água com gás ajuda à digestão da mesma forma que aquela pomada que bebeste ontem pela hora do chá ;)

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  9. desejar bom fim de semana, conta como mote para a coisa?:))

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    1. Mia, Mia, simpatia!

      claro que sim. hei de reflectir sobre a problemática disso do fim de semana, mais propriamente o que significa, uma vez que as minhas semanas têm sido 7x7. ai as saudades de ter um livro para ler e não o fazer :))

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  10. (prometo resposta a todos - grata desde já - mas agora morro de cansaço.)

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