Melissa Honey, esse vegetal amarelo, gravita à minha volta, lembrando-me de todas as tarefas em atraso. urgente! urgente! repete em voz enjoada. Melissa, querida, estou a trabalhar há* doze horas seguidas, pelo amor à santa dos azulejos, cala-te um bocadinho. Melissa não se azeda nos meus azeites, oferece-me um caramelo. mando-a sentar, sossegar a passarinha. doem-me as costas, dói-me a cabeça, em breve há de soltar-se um espirro. estendo a mão ao Fernando e peço-lhe ajuda: poeta, ou absinto ou poesia.
Um dia, no fim do conhecimento das coisas, abrir-se-á a porta do fundo, e tudo o que fomos — lixo de estrelas e de almas — será varrido para fora da casa, para que o que há recomece, responde baixinho.
*obrigada, Blue
Um dia, no fim do conhecimento das coisas, abrir-se-á a porta do fundo, e tudo o que fomos — lixo de estrelas e de almas — será varrido para fora da casa, para que o que há recomece, responde baixinho.
*obrigada, Blue
Acabo de me lembrar que a minha inútil orquídea foi substituída por um bonsai que ainda não tem nome.
ResponderEliminar... assassina...
Eliminar(bonsai é tão anos 90, tsss, tsss)
Estava em saldos. Espero que seja dos anos 90, sim. :)
EliminarJá sei... Vou chamar-lhe Bashô!
ahahahahah! intelectualóide :b
Eliminar(chama-lhe Periélio)
EliminarA Melissa tem passarinha? Ai, a fresca!
ResponderEliminarUm dia recomeça-se. Um dia...
Beijos, flor bonita :)
uma passarinha chilreante :))
Eliminarum beijo enorme, Maria Poesia.
Bons dias! Gosto muito dos textos do blog. vivos, fluidos e volúveis no sentido em que propõem as interpretações. Grato.
ResponderEliminarobrigada, Leonidas.
Eliminar