se as palavras tivessem facas e me cortassem os lábios, a língua, as mãos, ao tentar segurá-las na boca,
e se as facas, afiadas, ao dilacerar a carne, escondessem a dor dentro das palavras,
então eu escreveria
8.3.17
e cá está ela, "a" flor do dia, que à minha pronta recusa, veio acompanhada de um olhar reprovador do género ólhamesta.
agora sim, já me sinto mulher.