25.3.17

não vejo Milu há várias semanas e decido acreditar que navega, intrépida, no ombro da Capitã, tendo enxotado com sedas armadilhadas o louro já velho. sempre que encho o tanque do submarino, penso em Milu, a pequena aranha, e de como tão bem me aninhava os pensamentos na sua teia silenciosa. se não regressar até à Páscoa, preparo uma incursão ao cacilheiro pirata, o tal das purpurinas.