26.3.17

surripiam uma hora ao domingo porque na cabeça destes bandidos, canalhas ociosos, ninguém trabalha no dia santo. hoje, em vez de contemplar o verde do vale, sentada no janelão com taeko, apresso-me a vestir a farpela e botar-me a caminho das pedras. por causa  daqueles energúmenos, bandulhos brochados a arrotos krug brut e chauffeur de plantão à porta do terreiro, já estou atrasada.
alguém* devia por mão nisto.


[alguém que não o Arnaldo Matos, que fique claro]