se as palavras tivessem facas e me cortassem os lábios, a língua, as mãos, ao tentar segurá-las na boca,
e se as facas, afiadas, ao dilacerar a carne, escondessem a dor dentro das palavras,
então eu escreveria
11.6.17
pela boca de Maximilien Que, um ex oficial das SS alemão, contando as suas memórias,
2017 não termina sem que o leia.
ResponderEliminarEspera à demasiado tempo na estante.
é um livro pesado, metafórica e literalmente falando, e se já está na prateleira é mesmo um desperdício se não for lido.
Eliminar