22.7.17

Malaquias morreu entretanto, libertando a alma do sofrimento, numa última golfada de sangue. hoje, rumo sozinha para norte. no baú de Blimunda, levo o silêncio das matas queimadas, cinzas cadáveres que esperam por mim. felizmente, já estou morta, não poderei morrer outra vez.
do abraço de despedida, guardo o olhar macio oferecido no cais.