4.8.17

a raposa olha-me de esguelha, numa careta torcida, quando finjo que me esqueci do saco de areia, junto à porta dos fundos. amanhã bem cedo, diz-me com a sua voz de monge tibetano, a primeira coisa que deves fazer é mudar a areia da caixa do gato. não tugi, nem mugi -- olhei para o relógio: 00:59h!, e percebi que o melhor era rumar ao vale dos lençóis.