4.12.17

acordei em Niflheim com a temperatura abaixo de zero, catástrofe natural da madrasta natureza. o frio faz-te bater o coração, rapariga, anda, levanta-te! -- credo, que gente é esta? estes nativos não conhecem o sistema de aquecimento central? -- do pijama polar faço a indumentária de andar por casa, atitude reprovada por todos à mesa do pequeno-almoço [enquanto espero as famosas panquecas da simpática nativa adolescente, dou por mim a comer um prato de sopa... /?!?/...]. daqui a pouco, informa-me o nativo ancião, vamos levar a azeitona. agasalhe-se bem. o quê?! exclamo citadinamente. está-se bem na cozinha, com o fogão a lenha a todo o vapor e o cheiro dos marmelos assados. vamos só ao lagar, é perto, tranquiliza-me o mesmo ancião, de quem gosto particularmente. mas vamos a pé?!!, temo pela minha vida. ri-se e acena-me que não. ólhamesta angélica, parece que nem nasceu cá!, goza o nativo com olhos iguais aos meus. congela-se-me o discernimento. nasci?! duvido.

nevou?...
não, rapariga! é geada!
...meu deus!