19.4.18

não é a primeira vez que comete o mesmo infortúnio, avisa-me o cavalheiro das barbas perfumadas, isso de se lançar sem rascunho, nem punho de revisão, na nobre arte das letras, mesmo que ao nível cérceo do diletante, prossegue, brioso das suas pilosidades monumentais, só lhe deprecia o que apresenta. não lhe bastava a inundação de aliterações dentro dos escritos, repete-se agora também nos verbos de abertura?
talvez o hirsuto cavalheiro tenha razão, mas repare que a barba non facit philosophum, nem o verbo a acção.