4.5.18

a quantidade de irlandeses /turistas em geral e afins/ que toda a manhã olhou surpreendida para a minha camisola de gola alta foi tal, que eu própria me julguei coisa bizarra. entre as informações primordiais /de como meter o rossio na rua da betesga sem o atravancar ou memorizar o nome das cinquenta e cinco bebidas possíveis e imaginárias entre a bica e o galão/, tentei tossicar o máximo que pude, para que ao menos a ideia de um resfriado me salvasse da infeliz indumentária. soubessem eles do pior /ai que vergonha, senhores!/, que por debaixo do azul escuro morava ainda uma reles camisolinha interior...